Lei do bom samaritano
First Aid & CPR South Dakota
O Bom Samaritano: compaixão e proteção
Extraída da Bíblia (Lucas 10:25-37), a parábola do Bom Samaritano narra como um viajante dado por morto é socorrido por um desconhecido que cuida dele e vela pelo seu bem-estar. Além do seu contexto religioso, transmite uma mensagem universal: o dever moral de prestar socorro ao próximo em perigo, com compaixão e altruísmo.
Inspiradas neste princípio, muitas leis do Bom Samaritano foram promulgadas em todo o mundo para proteger de processos judiciais quem presta assistência de boa-fé numa emergência. O alcance exato dessa proteção, contudo, varia de uma jurisdição para outra: veja a seguir o que prevê a lei aplicável à sua região.
Sua proteção nos termos da lei
Na Dakota do Sul, a lei do bom samaritano (SDCL § 20-9-4.1) protege qualquer pessoa que, de boa-fé e sem remuneração, presta socorro de emergência no local de uma emergência. A imunidade só cede diante de negligência grave ou conduta dolosa ou temerária. Quanto aos desfibriladores, os SDCL §§ 20-9-4.3 a 20-9-4.8 vão ainda mais longe: quer você use o DEA, tente usá-lo ou opte por não o fazer, permanece protegido.
Sem obrigação de agir, mas todos os motivos para fazê-lo
A Dakota do Sul não impõe a ninguém o dever de socorrer um desconhecido: intervir continua a ser uma decisão livre. A lei não procura forçar a sua mão, mas tranquilizá-lo depois de tomada a decisão — a ponto de cobrir até a hesitação diante de um DEA. Nada o obriga a agir, mas tudo o incentiva a fazê-lo.
Por que a formação é essencial
Quando a lei cobre até o recuo por medo, ela lhe diz algo: o único verdadeiro fracasso seria não ter ideia do que fazer. Nas grandes distâncias da Dakota do Sul, uma ambulância pode levar longos minutos para chegar a uma fazenda ou a um trecho isolado de estrada, e esses minutos pertencem às testemunhas. Aprender RCP e a usar um DEA significa poder agir com calma e método em vez de ficar apenas observando. Aqui, a competência vale tanto quanto a coragem.